sábado, 23 de abril de 2011

Como um certo Homem de Lata...


As vezes paro para pensar "Será que tudo seria mais fácil se não tivéssemos um coração?" de fato, haveria menos sofrimento, menos angustias, menos medos... porém, o mundo seria um lugar muito pior, sem alegria, sem amor e sem cores...
Um grande amigo uma vez me disse que "o que é fácil não tem graça", concordo plenamente com ele, mas é que às vezes, a vida acha que somos um dos três patetas e tenta colocar muita graça e acaba dificultando demais as coisas. Mas, pensando bem nisso, dá pra perceber que é exatamente isso que nos faz sentir que estamos vivos, que somos de carne e osso. Devemos sempre aproveitar de todas as emoções que a vida proporciona... ame...sofra... chore... grite... faça o que seu coração mandar, tudo é aproveitado para vida, como uma lição, um aprendizado... e se não for, com certeza te rendera boas gargalhadas quando a tempestade passar.
Assim como o Homem de Lata que sonhava em ter um coração na obra "O Mágico de Oz", busque nas suas emoções um sentido para ser vivo, aflore seus sentimentos e não esconda nada, nenhuma dor, nenhuma angustia, nenhuma felicidade, nenhum amor... absolutamente nada... isso te mostrara o porque das coisas acontecerem e será mais fácil de encarar os problemas que virão.
Aproveite sua vida e aproveite seu coração... aproveite seus sentimentos...

terça-feira, 12 de abril de 2011

Aguente firme...


E me senti sozinho, um sentimento estranho, uma falta de uma coisa que você não sabe o que é, vazio dentro do peito...
O sono não vem, a vontade de gritar e correr de tudo isso é tão grande, tão tentadora, mas não cedo a ela, não me rendo e permaneço lá, estático e triste. Lágrimas teimam em cair de meus olhos, algumas conseguem e toda aquela fortaleza que se apresentava, desaparece, a "casca protetora" vira pó e um coração frágil se torna visível e vulnerável.
No silêncio e na solidão da noite, quando não temos a lua para iluminar o caminho, ou as estrelas para nos guiar em nossa jornada pela escuridão é que vemos o quanto somos fracos, o quanto estamos a mercê dos perigos. Como crianças que se perdem dos pais com medo do bicho papão ou da cuca, choramos, nos desesperamos, até que alguém venha e nos mostre que aquelas formas macabras na noite são apenas sombras de nossos brinquedos e que tudo não passa de nossa imaginação e que, tudo ficará bem se encararmos o desconhecido como algo que possa trazer coisas boas e esquecermos o medo de coisas que estão no passado e que jamais voltarão. E crendo nisso, espero que meu coração fique em paz e que toda essa angustia acabe, sem deixar que ela acabe com meu coração antes...

Aguente firme...

Aos meus Irmãos Musicais


Passar o dia ansioso, preparando-se para o grande momento, mãos tremem e a cabeça à mil. Confere-se milhões e milhões de vezes os equipamentos para que tudo saia como planejado.
O relógio aponta que o momento está próximo, o corpo fica gelado e completamente tenso, sua mente é tomada de um vazio imenso. Antes de subir no palco, a preparação, um alongamento, uma ultima oração e seu corpo já não responde ao cérebro, tudo passa tão devagar que parece um filme em câmera lenta...
Uma reunião em circulo, palavras de estimulo, assim como soldados marchando pra guerra, vamos para cima daquele palco dar o nosso melhor. Piso no palco, vejo as pessoas, tudo gira e treme. Uma mistura de medo e excitação tomam conta de mim. O show começa. o som da bateria é o sinal... "vamos destruir essa porra!", alguém grita e como crianças nos divertimos com nossos brinquedos, amigos e brincadeira preferida... a música. O show acaba, a sensação de dever cumprido é tão intensa quanto o suor que escorre de nosso corpo, o olhar do publico é gratificante e depois de toda essa agitação, quanto tudo fica calmo, você pensa..."deu tudo certo..." e voltamos para nossas casas felizes e animados para novos momentos como esse.

Obrigado aos meus irmãos da Madara Bankai por esses momentos *--*

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Todas as Coisas Que Odeio...


E pela primeira vez, senti medo da incerteza do futuro. Fecho os olhos e não consigo imaginar algo concreto, todo são sombras, vultos e imagens desfiguradas. No meio dessa confusão de idéias, vejo meu objetivo brilhando, mas sendo escondido por esses monstros de sombras.
Quero chegar até ele, quero realizar esse sonho, meu maior desejo. Luto contra a coisa que mais odeio, as incertezas, o medo e a insegurança, elas me cercam e tentam me derrotar, me fazer desistir. Não vou ceder, não desistirei da luta, nada vai me fazer abaixar minha espada e me entregar à essas sombras.
Uma força maior me move, me aquece e me motiva, e o brilho forte e intenso de meu objetivo me guia a seu encontro. Resta-me lutar e esperar por novos ventos.

Angustia...