
E me senti sozinho, um sentimento estranho, uma falta de uma coisa que você não sabe o que é, vazio dentro do peito...
O sono não vem, a vontade de gritar e correr de tudo isso é tão grande, tão tentadora, mas não cedo a ela, não me rendo e permaneço lá, estático e triste. Lágrimas teimam em cair de meus olhos, algumas conseguem e toda aquela fortaleza que se apresentava, desaparece, a "casca protetora" vira pó e um coração frágil se torna visível e vulnerável.
No silêncio e na solidão da noite, quando não temos a lua para iluminar o caminho, ou as estrelas para nos guiar em nossa jornada pela escuridão é que vemos o quanto somos fracos, o quanto estamos a mercê dos perigos. Como crianças que se perdem dos pais com medo do bicho papão ou da cuca, choramos, nos desesperamos, até que alguém venha e nos mostre que aquelas formas macabras na noite são apenas sombras de nossos brinquedos e que tudo não passa de nossa imaginação e que, tudo ficará bem se encararmos o desconhecido como algo que possa trazer coisas boas e esquecermos o medo de coisas que estão no passado e que jamais voltarão. E crendo nisso, espero que meu coração fique em paz e que toda essa angustia acabe, sem deixar que ela acabe com meu coração antes...
Aguente firme...
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