"...Após alguns dias de batalha, me encontro só em um abismo, envolto por um exercito de 20 mil persas. Olho para baixo e vejo todo meu batalhão morto, bravos homens que perderam sua vida por culpa de devaneios de seu inexperiente capitão, a cena me doi a dor de 1000 flechas em chamas atravessando meu corpo...
Volto meu olhar para os persas, seres sedentos por sangue que não anseiam outra coisa além de ter minha cabeça espetada em uma lança para servir de trofeu ao seu rei...
A batalha é injusta, mas essa injustiça se deve a mim mesmo, às minhas loucuras.
O crepúsculo do dia escurece o campo de batalha, la embaixo, as ondas lavam o sangue de meu honrado exercito. Aqui em cima, um bando de animais loucos por morte. O que fazer? me jogar como um cão covarde e aceitar a derrota de minha nação e desse modo, sendo o menos honrado e merecedor de ser chamado de homem? Ou brandir minha espada com todas as forças do meu ser, e buscar mais força no impossível para lutar por meu objetivo e por meu povo?
A segunda opção é tao mais saborosa, devo economizar palavras e converte-las em açoes e a cada persa abatido, um passo em direção à vitória será dado.
A determinação me inunda e a guerra de um homem só, começa...."
(Marcus Vinícius)
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